Símbolos do Jikiden Reiki Kenkyukai (Japão). Todos os direitos reservados.
Contactos/marcações

Telem: (+351) 962 535 702
Filomena Gomes

Horários

2ªs, 4ªs, 5ªs e 6ªs feiras a partir das 17h

1º tratamento - 2h
Seguintes - 1h 30m

Todos os tratamentos são previamente marcados e poderão ser acordados outros horários durante o fim-de-semana.

Cursos de Jikiden Reiki

1º Nível - Shoden

10 e 11 Abril - Lisboa

2º Nível - Okuden

Preços

Shoden: 250 euros
Okuden: 350 euros
Repetição Shoden: 150 euros

Condições de Frequência

Os participantes tem de estar presentes 100% do tempo de decurso do seminário.

Grupos de Cura- Koryu Kai

20 Março
10 Abril
24 Abril
22 Maio
5 Junho
19 Junho
3 Julho
17 Julho
31 Julho
14 Agosto

Contribuição

Simbólica para os grupos de cura

Links:

www.jikidenreiki.co.uk

www.jikidenreikiuk.com

www.learnjikidenreiki.com

Filosofia do “Reiki”

  • “Reiki” é uma filosofia de vida que respeita a natureza e o que ela encerra.

  • “Reiki” é a chave para o equilíbrio.

  • “Reiki” é caminho de cura para padrões internos desajustados, pois obriga-nos a reconhecer nossos erros e a corrigi-los.

  • “Reiki” não é uma religião, nem uma seita, nem auto-sugestão, nem hipnose, nem fantasia.

  • “Reiki” é caminho de espiritualidade com o Todo Universal, para quem quiser aprofundar o conhecimento de verdade do amor.

  • “Reiki” é sabedoria Divina e é sobretudo voltar à nossa essência.

  • A energia do “Reiki” fluí de forma natural, da pessoa que a aplica (canal) para a pessoa que a recebe (receptor), sem haver desgaste porque é sustentada pelo Universo.

A filosofia do “Reiki” remonta ao Shintoísmo (caminho de kami), culto e respeito pela natureza mais antigo que até à época actual se conhece, tendo origens nos tempos mais primórdios da formação da Terra, mas que no Japão se manteve activo até aos nossos dias.

Sendo o Japão um país de Ilhas montanhoso com grande área florestada intacta, conferiu-lhe as condições para o Shintoísmo se ter mantido sem grandes influências civilizacionais, mantendo a sua integridade original durante milhares de séculos, como sendo o caminho dos deuses, que comunicam directamente com os seres ligados ao culto nos Shrines, (M. Yamakage).

A entrada do Budismo no Japão no século VI D.C. via Korea, foi concedida pelo príncipe Shotoku (574-664 d.C.), depois de algumas pequenas adaptações por parte dos Shrines -templos xintoístas. Alguns destes mais famosos templos, na tentativa de manterem a sua integridade de culto, deslocaram-se para o alto de algumas montanhas no Japão e conseguiram manter-se até ao presente activos, (exemplo do Shrine Kasuga, em Nara).

Em 754 D.C., Ganjin ou “Jian Zhen” em Chinês, foi convidado pelo Imperador para legitimar e implantar activamente o culto Budista no Japão. Numa embaixada oficial, Ganjin desloca-se à China e para melhor interpretar os escritos dos templos budistas aprende a escrita chinesa por kanji, aprofundando mais os seus conhecimentos.

Mais tarde Ganjin volta ao Japão, funda o primeiro grande Templo budista, Toshodaiji em Nara – capital imperial, e o Imperador torna oficial a escrita por kanji no Japão.

Em 770 D.C. o templo Kurama foi fundado por Gantei, um discípulo de Ganjin. Saicho e Kobo Daichi (kukai) também seus discípulos, aprofundam posteriormente os seus estudos sobre budismo na China. Quando voltam ao Japão, Kukai funda o budismo Shingon e Saicho funda o budismo Tendai. Em 788 D.C. Saicho estabelece o Templo Enryakuji a nordeste de kyoto. Em 794 D.C. a capital Imperial é mudada para kyoto e o Imperador cria o “Festival do Fogo” no monte kurama.

O famoso arquitecto Toji em 796 D.C., sonha com Sanju-Kannon no monte Kurama e apoiado pelo Imperador, constrói “shrines e templos” nesta montanha. Em 850 D.C. o templo Kurama fica ligado ao Budismo Tendai, como sub-templo do Enryakuji. Ao longo dos séculos o monte kurama esteve sempre ligado à literatura, às artes e ao culto Xintoísta, pela sua energia inspiradora.

O Budismo Tendai e o Xintoísmo, foram sempre cultivados e apoiados pelo Imperador e pela corte imperial. No monte kurama existem actualmente rituais populares ligados ao culto Xintoísta e ao Budismo Tendai.

O budismo teve origem na Índia (séc. VI a.C.) com Siddharta Gautama (a raiz da flor), chega ao Tibete (séc. III a. C.), (caule da flor), deu as (folhas) na China, (século I d.C.), mas é no Japão que dá os “botões da flor”, (E. Chaline). Mas as flores só são colhidas quando o budismo absorve parte do Shintoísmo.

Colher a flor através da “via Zen” ou da disciplina meditativa, implica autodisciplina e rigor para atingir a sabedoria. Esta, tanto pode ser adquirida em ascetismo ou vivendo a vida em todas as suas vertentes naturais, atingindo de igual modo “O Caminho para a Paz Interior”.

Mikao Usui Sensei nasceu no Japão em 1865. Viveu uma vida regrada e viajou várias vezes até à China e a países ocidentais. Viveu de forma comedida, e aos 55 retirou-se num mosteiro Zen, para atingir o estado de paz interior que tanto procurava. Depois de ter praticado o ascetismo durante 3 anos, não conseguiu esse estado que tanto desejava. Aconselhado pelo seu mestre, por quem nutria grande respeito e admiração, retirou-se no monte kurama em 1922, para passar pela experiência da morte.

Ao fim de 21 dias de meditação e jejum, teve consciência de ter recebido o estado de “satori” e com ele recebeu os símbolos de cura com Reiki.

Após um mês ter recebido o “satori”, Mikao Usui Sensei instalou-se em Tóquio num “dojo” onde ensinou os seus discípulos formando uma associação que se designa por Gakai e que ainda hoje existe. Intitulou o seu método com o nome de “Shin Shin kaizen Usui Reiki Ryoho”. Entre 1922 e 1926, ensinou 20 mestres que divulgaram activamente o Reiki durante a sua vida e após a sua morte. Em 1925 Hayashi Sensei, foi o único aluno que teve permissão de Usui Sensei para instalar a sua própria Clínica de Reiki. Mikao Usui Sensei faleceu a 9 de Março de 1926.

A grandiosidade de Mikao Usui Sensei reside em ter curado pessoas, mas sobretudo ensinou outros a curarem, transmitindo-lhes o seu método e os seus princípios filosóficos adjacentes, sem guardar esse tesouro só para os seus descendentes.